Justiça mantém condenação e Felipe Prior pode ser preso a qualquer momento

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Felipe Prior, arquiteto e ex-participante do Big Brother Brasil 20, teve mais uma tentativa de reverter sua condenação frustrada na Justiça. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um recurso apresentado por sua defesa e manteve válida a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que confirmou a condenação por estupro em segunda instância. Com isso, o ex-BBB pode ser preso a qualquer momento para iniciar o cumprimento da pena.

Justiça mantém condenação e Felipe Prior pode ser preso a qualquer momento
Justiça mantém condenação e Felipe Prior pode ser preso a qualquer momento - Foto: Reprodução/Instagram

De acordo com a colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, a negativa do STJ representa um novo revés jurídico para Prior, já que a condenação em segunda instância segue ativa e não sofreu qualquer alteração. O processo envolve um crime ocorrido em agosto de 2014, cuja denúncia só veio a público anos depois, em 2020, período em que o arquiteto ganhou projeção nacional ao participar do reality show da TV Globo.

Segundo a acusação, a vítima era uma amiga de Prior e estava alcoolizada após uma festa. Conforme consta nos autos, ela aceitou uma carona oferecida por ele. Durante o trajeto, o arquiteto teria parado o carro em uma rua isolada e iniciado abordagens físicas sem consentimento.

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Ainda de acordo com o relato apresentado à Justiça, a situação evoluiu para violência sexual. A vítima afirmou ter recusado repetidamente e tentado se desvencilhar, mas teria sido contida com força física, o que configurou o crime de estupro, conforme entendimento do Judiciário.

Na época dos fatos, Felipe Prior e a vítima eram estudantes da Universidade Presbiteriana Mackenzie e residiam na Zona Norte de São Paulo. O caso foi investigado e, em julho de 2023, resultou na condenação do ex-BBB em primeira instância a seis anos de prisão em regime semiaberto.

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Meses depois, em setembro, o TJSP analisou o recurso da defesa e não apenas manteve a condenação como aumentou a pena para oito anos, em decisão unânime dos desembargadores. A rejeição do novo recurso pelo STJ reforça esse entendimento e mantém a sentença em vigor.

Além desse processo, Felipe Prior responde a outras acusações semelhantes. Ele chegou a ser absolvido recentemente em um dos casos, relacionado a um episódio ocorrido em Votuporanga, no interior de São Paulo, em fevereiro de 2015. Apesar disso, a absolvição não interfere na condenação já confirmada em segunda instância, que agora pode resultar em prisão iminente.

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