Defesa de Stênio Garcia denuncia ocultação de provas e aciona a polícia

Advogado do ator acusa ex-esposa e filha de barrar documentos sobre aluguel de imóvel; caso foi parar na delegacia

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A briga judicial de Stênio Garcia contra sua ex-esposa, Clarice Piovesan, e sua filha, Cássia Garcia, acaba de ganhar contornos policiais.

A defesa do ator acusa as duas de “ocultação de provas” em um processo que envolve um apartamento de luxo no Rio de Janeiro.

Ator Stênio Garcia. Homem branco, idoso, usando camiseta branca.
Saiba mais sobre o processo de Stênio Garcia - Foto: Reprodução/Instagram

O advogado de Stênio, Luiz Mantovani, revelou que tentou obter documentos em uma imobiliária para comprovar uma suposta locação irregular do imóvel.

Segundo ele, a empresa se recusou a entregar os papéis. O motivo? Teria recebido ordens diretas de Clarice e Cássia para não colaborar com a defesa do ator.

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Polícia Militar é acionada em imobiliária

Diante da negativa, a equipe jurídica do artista acionou a Polícia Militar. O objetivo não era forçar a entrega dos documentos na hora, mas registrar oficialmente o ocorrido.

Os agentes ouviram os funcionários da imobiliária confirmarem que foram orientados a barrar o advogado.

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Para Luiz Mantovani, essa atitude configura uma tentativa clara de esconder informações cruciais para o processo.

A defesa agora cobra um posicionamento da OAB-RJ, alegando que o exercício da advocacia está sendo prejudicado por orientações da parte contrária.

Entenda o motivo da disputa

Stênio Garcia vive uma situação financeira delicada desde 2020, quando encerrou seu contrato com a TV Globo.

Aos 94 anos, ele tem sua aposentadoria como única fonte de renda. O ator tenta retomar o usufruto de um imóvel avaliado em R$ 2 milhões.

Confira os pontos principais da ação:

Crise financeira e busca por renda

O objetivo de Stênio é alugar o apartamento para complementar sua renda mensal. Como o imóvel está ocupado pela ex-mulher, ele se vê impedido de gerar o lucro necessário para sua subsistência.

A defesa afirma que a suposta locação feita pela imobiliária entre 2019 e 2023 prova que o imóvel pode gerar rendimentos.

Agora, com o registro policial em mãos, o advogado pretende usar o episódio como prova de má-fé da família no tribunal.

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