Thiago Piacentini está pronto para surpreender em Ben-Hur, nova superprodução bíblica da Record.
Desta vez, o ator retoma o papel de Tiago em uma fase bem mais jovem, intensa e cheia de conflitos.

Conhecido por trabalhos marcantes em novelas bíblicas, ele volta a um universo já familiar para o público.
Mas garante que, agora, a experiência é completamente diferente – tanto para ele quanto para quem acompanha a história.
“Em Ben-Hur, o público vai conhecer esse homem ainda em formação”, adianta Thiago.
“É o começo de tudo, quando ele está só começando a ouvir as mensagens de Cristo e sendo transformado por elas”.
Ben-Hur mostra Tiago antes do apóstolo que o público conhece
Na nova produção, Ben-Hur apresenta Tiago antes da fase madura já vista em outras tramas da emissora.
Nada de apóstolo seguro da própria missão: ele ainda é pescador, impulsivo e cheio de dúvidas.
“Em Paulo, o Apóstolo, o Tiago já estava maduro, convicto da sua missão, espiritualmente fortalecido”, lembra o ator.
“Em Ben-Hur, eu precisei revisitar a origem de tudo isso”.
Aqui, a fé ainda está nascendo. A série mostra o Tiago humano, que sente medo, questiona e tenta conciliar a vida simples com um chamado que muda tudo.
“É o mesmo homem, mas ainda em construção”
Para construir essa versão mais jovem dentro de Ben-Hur, Thiago precisou voltar à base do personagem.
“Voltei para os textos bíblicos, reli passagens com outro olhar”, conta.
Dessa vez, o foco estava nas brechas de humanidade. “Eu tentei achar ali as dúvidas, os conflitos e até as inseguranças de um homem que ainda estava se descobrindo”.
Ele resume a diferença com clareza: “É o mesmo homem, mas ainda em construção. Como ator, isso é um presente, porque me permite explorar novas camadas sem perder a essência”.
Segundo Thiago, Tiago em Ben-Hur é mais intenso, instintivo e impulsivo.
“Ele reage mais pelo instinto do que pela consciência espiritual”, explica.
Essa leitura deixa o personagem mais próximo de quem assiste.
“Em Ben-Hur, o público acompanha exatamente o início dessa transformação, com conflitos silenciosos, escolhas difíceis e uma fé que nasce aos poucos”.
O “ciclo bíblico” de Thiago Piacentini na Record
Ben-Hur é mais um capítulo da sequência de trabalhos bíblicos de Thiago Piacentini na casa.
Ele começou como o profeta Ido em Reis e depois emendou o Tiago de Paulo, o Apóstolo até chegar à nova fase do personagem.
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“Eu vejo como um ciclo de amadurecimento, não só profissional, mas pessoal também”, avalia.
“Cada personagem veio em um momento muito específico da minha vida e me exigiu um mergulho profundo na fé, na história e no comportamento humano”.
Em Reis, Thiago diz que entendeu o ritmo da TV e o peso da responsabilidade.
“Eu entendi a responsabilidade de contar histórias que têm um significado tão grande para o público”.
Com Tiago em Paulo, o Apóstolo, a conexão ficou ainda mais forte.
“Veio um presente muito especial, porque carrego esse nome por causa dele”, revela.
Agora, em Ben-Hur, a sensação é de consolidação.
“Eu sinto que estou consolidando esse caminho. São histórias que tocam a alma das pessoas, e poder fazer parte disso é algo que levo com muito respeito”.
Quem é Thiago longe das câmeras e de Ben-Hur?
Se na tela os papéis são intensos, fora de cena Thiago se define como alguém simples e muito ligado à família. “Fora de cena, eu sou muito família”, diz, direto.
“Sou um cara simples, que gosta de estar com os amigos, de rir, de conversar, de estar perto de quem ama e de treinar”, conta. “Acredito que o nosso corpo é muito sagrado, então mantê-lo em movimento e saudável é uma terapia diária para mim”.
Ele também se enxerga como curioso e estudioso. “Gosto de entender o porquê das coisas, de mergulhar a fundo nos projetos que me proponho a fazer”.
Além da atuação, Thiago se dedica a projetos fora das câmeras. “Também gosto muito de empreender. Minha cabeça não para nunca, e me sentir sempre ativo assim me faz muito bem”.
Sobre exposição, o ator busca equilíbrio. “Eu gosto de saber o que está acontecendo, claro”, admite.
“Acho importante entender como o público está recebendo o trabalho, até como forma de aprendizado. Mas eu tento manter um equilíbrio”.
“Se a gente acompanha tudo o tempo todo, acaba se perdendo um pouco. Então eu procuro filtrar, ouvir o que é construtivo e seguir trabalhando. A minha base está no processo, no estudo, na entrega em cena. O resto é consequência”.
O que esperar de Ben-Hur
Quando fala de Ben-Hur, Thiago Piacentini não esconde o entusiasmo. “Podem esperar uma superprodução feita com muito cuidado, muito respeito à história e com um nível de entrega impressionante de toda a equipe”, garante.
Para ele, Ben-Hur tem tudo para marcar o público.
“É uma história clássica, que atravessa gerações, e agora ganha uma versão nacional grandiosa”.
Ele promete emoção em vários níveis.
“Tem emoção, tem conflito, tem fé, tem transformação. É uma narrativa sobre escolhas, perdão e propósito”.
E deixa um recado final para quem já está curioso pela estreia: “Eu tenho certeza de que o público vai se emocionar e se surpreender. É daquelas produções que marcam não só pela grandiosidade, mas pela mensagem que deixam”.
Quando Ben-Hur chegar à tela, a dica é acompanhar com atenção a jornada de Tiago desde o início.
De jovem impulsivo a apóstolo maduro, a transformação promete ser um dos pontos altos da trama – e da carreira de Thiago Piacentini.